Mostrando postagens com marcador Associação Religiosa Nossa Senhora das Graças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Associação Religiosa Nossa Senhora das Graças. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de março de 2012

O uso das Medalhas


São devoções que nos ajudam em nosso dia-a-dia: nos perigos, aflições e nos remete junto de Deus!

Seria interessante imaginar como ocorreu ao primeiro ser humano a ideia de usar um adorno. Ao que tudo indica, o primeiro enfeite teria nascido de um entrelaçamento de ramos de flores, dando origem a um diadema, um colar ou algo do gênero. Posteriormente, pedras, ossos e chifres deram lugar a colares, pulseiras e capacetes. No entanto, quando começaram a surgir os primeiros objetos de metal, a arte humana passou a produzir ornamentos de variadas formas e valores. E entre eles, as medalhas se tornaram especialmente populares.
Antiguidade do uso de medalhas cristãos
Seja ao redor do pescoço, no pulso ou de qualquer outra forma, desde os primeiros tempos da era cristã havia o piedoso uso de medalhas como objetos de devoção. Foi uma forma evangelizadora de instruir os neoconvertidos à fé e aumentar-lhes a estima por Nosso Senhor, Nossa Senhora, os Anjos e Santos. Pouco a pouco os recém-batizados iam trocando amuletos e fetiches pagãos por cruzes e medalhas.
Medalhas.png
Na Idade Média, o uso de medalhas tornou-se ainda mais comum, sobretudo como devoção popular. Quem as portava atribuía a elas proteção especial, invocando o santo da medalha para livrar-se das tentações, de criminosos, peste, lepra e outros males. A medalha de São Bento, repleta de símbolos e inscrições, é um belo exemplo desse costume.

Nessa época também se tornou comum aos Santuários Marianos cunharem medalhas comemorativas, exibindo a efígie de Maria Santíssima, sob uma invocação específica.

No século XV, a Igreja mandou cunhar e distribuir a medalha do jubileu, costume que se estende até os nossos dias.

As medalhas são verdadeiros sacramentais

Como nos ensina o Compendio do Catecismo da Igreja Católica, as medalhas católicas por serem bentas, são verdadeiros sacramentais, ou seja, “sinais sagrados instituídos pela Igreja por meio dos quais se santificam algumas circunstâncias da vida. Compõem-se de uma oração acompanhada pelo sinal-da-cruz e por outros sinais. Entre os sacramentais ocupam um lugar importante as bênçãos, que são um louvor de Deus e uma oração para obter os seus dons, as consagrações das pessoas e as dedicações de coisas ao culto de Deus” (§351).

O Catecismo da Igreja Católica faz questão de salientar que “Além da liturgia sacramental e dos sacramentais, a catequese tem de levar em conta as formas da piedade dos fiéis e da religiosidade popular. O senso religioso do povo cristão encontrou, em todas as épocas, sua expressão em formas diversas de piedade que circundam a vida sacramental da Igreja, como a veneração de relíquias, visitas a santuários, peregrinações, procissões, via-sacra, danças religiosas, o rosário, as medalhas etc.” (§1674).

Medalhas de São Bento, São Miguel Arcanjo, Santo Antônio, Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora das Graças (medalha milagrosa), uma vez abençoadas, são exemplos de sacramentais. Como tais, conferem bens espirituais (ex: predispor a alma para receber graças) e bens temporais (ex: proteção).

Medalha Milagrosa: uma das mais populares entre os católicos

Medalha Milagrosa.jpgA medalha milagrosa de Nossa Senhora das Graças é uma das mais populares entre os católicos apostólicos romanos, quiçá seja a mais popular. Desde o século XIX, quando a Santíssima Virgem ordenou a Santa Catarina Labouré que a medalha fosse cunhada, o número de medalhas distribuídas é incontável. Em 1876, ano da morte de Santa Catarina, já se contabilizava mais de um bilhão.

As primeiras medalhas foram cunhadas pela Casa Vachette, em número de 20 mil e eram conhecidas pelo nome de “medalhas da Imaculada Conceição”. As Filhas da Caridade foram as responsáveis pela distribuição, e logo puderam observar um sem número de graças e milagres. Em apenas sete anos, mais de dez milhões de medalhas foram distribuídas pelo mundo todo. Em pouco tempo, os fiéis passaram a chamá-la de “medalha milagrosa”.

Da Redaçã

sexta-feira, 16 de março de 2012

Quanto necessitamos de ajuda, proteção, em nossas angústias e aflições. A solução está aqui!


Seguro protetor em nossas aflições

Sao Jose.jpgJunto ao azul do Adriático, encontramos num povoado pertencente à comuna de Ancona, na região da Marche, um edifício imponente que se lança ao céu e acolhe, com maternal bondade, a milhares de peregrinos que ali vão para venerar uma relíquia: A Casa Santa de Loreto. Ela está incrustada dentro do Santuário, adornada de mármores. Pequena, mas com um significado que toca o infinito. Em suas paredes pode-se divisar: Hic Verbum caro factum est!Aqui o Verbo se fez carne!

Ali viveram Jesus, Maria e José!

Imaginemos uma tarde de outono, nessa humilde habitação em Nazareth, onde o sol diáfano se mistura com as cores e os perfumes das árvores frutíferas. Sentado à beira da porta está o Menino Deus a espera de seu pai: José. Ele espreita a estrada, contempla o céu e de repente vê ao longe São José que se aproxima. Sai correndo ao seu encontro e o abraça. Caminham juntos de mãos dadas conversando sobre os acontecimentos diários. O dois, pai e Filho, divisam na janela, dessa humilde habitação, Maria que sorri e os espera, para o jantar...

Ele, José, o pai adotivo do Verbo Encarnado, esposo da Virgem Maria. Difícil é comensurar a grandeza dessa alma que foi escolhida por Deus para desempenhar esse papel. Hernest Hello (Physionomies de Saints, Paris, 1875)considera que São José é a sombra do Pai! A pessoa onde se projeta a sombra do Pai densa e profunda. É o homem do silêncio, aquele que mal é tocado pela palavra. Sempre sóbrio em palavras, envolto num santo silêncio. Silêncio de louvor!

No Evangelho temos apenas essa referência: Era um homem justo. Essa justiça é santidade, união com a vontade de Deus, fidelidade ao cumprimento da missão que lhe fora outorgada e sobretudo o amor na realização dos desígnios divinos. Quanta dor e quanto amor vendo a um Deus-Menino nascer na pobreza. Presenciar as primeira gotas do Preciosíssimo Sangue de Jesus a correr por ocasião da circuncisão. Ouvir a profecia do velho Simeão ao predizer os sofrimentos de Jesus e Maria. A fuga ao Egito, a perda e o encontro de seu Filho querido no Templo. Uma vida de amor e holocausto vivida dentro da contemplação.

Patrono da Santa Igreja, patrono da família, patrono dos trabalhadores, patrono da boa morte. Poderoso intercessor junto a Deus em favor de nossas necessidades. Ouçamos o o conselho que nos dá a grande Tereza de Ávila, sobre a intercessão de São José:

Tomei por advogado e senhor ao glorioso São José e encomendei-me muito a ele. Vi claro que, tanto desta necessidade como de outras maiores, de perder a honra e perder a alma, este pai e senhor meu me livrou melhor do que eu lhe saberia pedir. Não me recordo, até agora, de lhe haver suplicado nada que não tenha deixado de fazer.

Padre Hamilton Naville.jpgContinua a santa carmelita: É coisa que espanta (que maravilha) as grandes mercês que me tem feito Deus por meio deste bem-aventurado santo, dos perigos que me tem livrado, tanto de corpo quanto de alma. A outros santos parece que o Senhor lhes deu graça para socorrer em uma necessidade; a este glorioso santo tenho experiência que socorre em todas e que quer o Senhor dar-nos a entender que assim como esteve submetido a ele na terra, que como tinha nome de pai - sendo custódio - podia mandar Nele, também no céu faz quanto lhe pedem. E isto o tem comprovado algumas pessoas, a quem eu dizia que se encomendassem a ele, também por experiência; e ainda há muitas que começaram a ter-lhe devoção havendo experimentado.

Insiste a Doutora da Igreja e com humildade aconselha: Se fosse uma pessoa que tivesse autoridade no escrever, de bom grado me estenderia em dizer muito a miúdo as mercês que este glorioso santo tem feito a mim e a outras pessoas. Só peço, pelo amor de Deus, que o prove quem não me crê e verá por experiência o grande bem que é o encomendar-se a este glorioso Patriarca e ter-lhe devoção. Pessoas de oração, em especial, sempre deveriam ser a ele afeiçoadas. Não sei como se pode pensar na Rainha dos Anjos, no tempo que passou com o Menino Jesus, e não se dar graças a São José pelo bem com o qual lhes ajudou. Quem não encontrar mestre que lhe ensine oração, tome este glorioso santo por mestre e não errará no caminho (Santa Teresa de Jesus, Vida 6,6,8).

Tratemos de provar esse amor tão poderoso que vem de um coração que tanto fez por Jesus e Maria!
Pe. Hamilton José Naville

sábado, 7 de janeiro de 2012

O silêncio


Venho compartilhar com vocês uma experiência que alguns possam, já, ter vivido: o silêncio.

Sim! O silêncio que não se trata propriamente da ausência de ruídos. Também o é, mas especialmente refiro-me a ação da graça em nossas almas.

Claro que existe um silêncio que nos ajuda a meditar, a contemplar e necessário é, para isso, isolarmo-nos dos sons estridentes das cidades grandes: motores, aglomerações, músicas que desrespeitam toda regra da harmonia, a própria velocidade da vida moderna...
***
Recentemente voltando de Santiago do Chile, onde fomos participar de um congresso católico sobre comunicação digital, nosso avião sobrevoou as famosas Cordilheiras dos Andes. Estava eu num lugar privilegiado, junto a uma janela, e diante dos meus olhos passava um panorama de sonhos.

Eram montanhas, caprichosamente, adornadas com neve. Faziam-me lembrar bolos confeitados com puro chantili. Reportavam-me à grandeza de um Deus criador de todas as belezas. E sentia desde nossa cabine o silêncio e o mistério daqueles cumes que em muitos, certamente, o homem não pisou.

Trouxe-me também outra impressão, recente, irmã desse esplendor que se descortinava sobre os meus olhos. Refiro-me à visita que fiz ao convento onde viveu  Santa Teresa dos Andes. Um prédio pobre, mas mergulhado na riqueza das bênçãos Divina.

Visitamos a gruta em que Santa Teresa teve a revelação de sua morte! A palmeira onde se apoiava quando rezava a Nossa Senhora de Lourdes. Os corredores por onde andou, a capela onde rezou. Em uma palavra, sentimos Deus muito perto de nós. Convivemos com os anjos que lá habitam.

Silêncio e paz reinavam, ali. Alegria de almas que viveram na virtude, recolhidas, orantes e tendo como fundo as montanhas nevadas. Habitação de santos!

Estando, nesse antigo monastério carmelita, pensei em todos os participantes de nossa querida Associação Nossa Senhora das Graças e resolvi escrever esse artigo, para transmitir um pouco desse ambiente sobrenatural.

Em uma de suas catequeses, o Papa Bento XVI tratando sobre o tema disse:

 “O silêncio é a condição ambiental que melhor favorece o recolhimento, a escuta de Deus, a meditação. Já o fato de apreciar o silêncio, para deixar-se, por assim dizer, "encher-se" pelo silêncio, predispõe-nos à oração.”

Sigamos esse conselho vindo da Cátedra de Pedro! Procuremos em nossas vidas esses momentos de reflexão, de oração e aí encontraremos, também, Maria Santíssima.

Lembremo-nos de Santa Catarina Labouré, que encontrou Nossa Senhora dentro do recolhimento e oração. Façamos, então, o mesmo!
Um grande abraço a todos.

HJM Assinatura.png
Pe. Hamilton José Naville

domingo, 31 de julho de 2011

Entrevista com as Filhas da Caridade - Rue de Bac, Paris.

Veja: Dois colaboradores de nossa Campanha estiveram presentes na Capela onde Nossa Senhora apareceu à Santa Catarina Labouré
Não deixe de assistir a entrevista dada pelas Filhas da Caridade, na Casa Mãe, situada na Rue de Bac. Lá A Santíssima Virgem Maria apareceu a Santa Catarina Labouré pedindo que fosse cunhada a Medalha Milagrosa.

Confira em nosso site: http://www.arnsg.org.br/ no "falando com o Padre".

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A Medalha Milagrosa e a conversão de Afonso Ratisbonne



Afonso Ratisbonne, aparentado à celebre família Rothschild, tinha 27 anos quando a Santíssima Virgem lhe apareceu e o converteu instantaneamente, em 20 de janeiro de 1842. Homem culto, rico e de fino trato, bem-relacionado nas altas rodas sociais, estava noivo de uma jovem de sua família. Tinha pela frente um futuro muito promissor. Por ocasião de uma visita a Roma recebeu de um amigo, Barão Teodoro de Bussières, o presente de uma Medalha Milagrosa. A contra gosto prometeu usar a medalha ao pescoço. Durante uma visita turística à Igreja de Santo André delle Fratte, a Virgem Maria lhe apareceu. Ele mesmo descreveu como foi a aparição: "Eu a vi! Eu a vi! Eu estava havia pouco tempo na igreja quando, de repente, senti-me dominado por uma emoção inexplicável.



Levantei os olhos. Todo o edifício desaparecera de minha vista. Apenas uma capela lateral tinha, por assim dizer, concentrado toda a luz. E no meio desse esplendor apareceu de pé sobre o altar, grandiosa, brilhante, cheia de majestade e doçura, a Virgem Maria, tal como está nesta Medalha (Milagrosa). Uma força irresistível empurrou-me para Ela. A Virgem fez-me sinal com a mão para que me ajoelhasse, e pareceu dizer- me: ‘Está bem!' Ela não me falou, mas compreendi tudo." Batizado com o nome de Afonso Maria, o jovem Afonso renunciou à família, à fortuna, à situação brilhante na sociedade, e ordenou-se sacerdote.



Seu irmão mais velho, Teodoro Ratisbonne, inspirou-se nessa aparição de Maria para fundar a Congregação de Nossa Senhora de Sion. Afonso faleceu em odor de santidade, após uma vida de intenso apostolado em Jerusalém. Quem hoje visita a Igreja de Santo André delle Fratte em Roma, pode observar um grande e belo quadro de Nossa Senhora no local exato onde Ela apareceu e operou a conversão do jovem Afonso. Por essa razão os italianos a chamam de Madonna Del Miracolo.



terça-feira, 12 de julho de 2011

Pequenos devotos do rosário

Já está pronto o livro sobre o pequeno devotos do Rosário. Nele está sendo ensinado como rezar o rosário, para as crianças. Também acompanha um pequeno rosário, juntamente com o livrinho.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Em breve no site www.arnsg.org.br

Estaremos colocando em breve no nosso site: http://www.arnsg.org.br/ algumas imagens da ExpoCatólica 2011.

ExpoCatólica 2011

Deixo, aqui, meu agradecimento a todos que passaram pelo nosso standa na última ExpoCatólica2011. Especialmente aos meus irmãos sacerdotes, com os quais pudemos travar metas para um futuro trabalho de catequização, com os livros editados pela Associação Religiosa Nossa Senhora das Graças. Esperamos em breve entrarmos em contato com as numerosas paróquias, catequistas, para a mesma finalidade.
A todos envio-lhes minha bênção de coração.

domingo, 3 de julho de 2011

Novena da Medalha Milagrosa

1 - Sinal da Cruz
2 - Ato de Contrição
3 - Leitura do Dia
4 - Súplica a Nossa Senhora

Ato de Contrição
Meu bom Jesus que por mim morrestes na cruz, tende piedade de mim, perdoai os meus pecados e dai-me a graça de nunca mais pecar.

Leituras
1º Dia - 1ª Aparição
Contemplemos a Virgem Imaculada, em sua primeira aparição a Santa Catarina Labouré. A piedosa noviça guiada por seu Anjo da Guarda é apresentada à Imaculada Senhora. Consideremos sua inefável alegria. Seremos também felizes, como Santa Catarina, se trabalharmos com ardor na nossa santificação. Gozaremos as delícias do Paraíso, se nos privarmos dos gozos terrenos.

2º Dia - Lágrimas de Maria
Contemplemos Maria, chorando sobre as calamidades que viriam sobre o mundo, pensando que o Coração de Seu Filho seria ultrajado, a cruz escarnecida e seus filhos prediletos perseguidos. Confiemos na Virgem compassiva e também participaremos do fruto de suas lágrimas.
3º Dia - Proteção de Maria
Contemplemos nossa Imaculada Mãe, dizendo em suas aparições a Santa Catarina: "Eu mesma estarei convosco, não vos perco de vista e vos concederei abundantes graças". Sede para mim, Virgem Imaculada o escudo e a defesa em todas as necessidades.

4º Dia – Segunda Aparição
Estando Santa Catarina Labouré em oração, a 27 de novembro de 1830, apareceu-lhe a Virgem Maria, formosíssima, esmagando a cabeça da serpente infernal. Nessa aparição se vê seu desejo imenso de nos proteger sempre contra o inimigo de nossa salvação. Invoquemos a Imaculada Mãe com confiança e amor!
5º Dia - As Mãos de Maria
Contemplemos, hoje, Maria desprendendo de suas mãos raios luminosos. "Estes raios - disse Ela - são a figura das graças que derramo sobre todos aqueles que mas pedem e aos que trazem com fé minha medalha".
Não desperdicemos tantas graças! Peçamos com fervor, humildade e perseverança, e Maria Imaculada nô-las alcançará.
6º Dia - Terceira Aparição
Contemplemos Maria aparecendo à Santa Catarina, radiante de luz, cheia de bondade, rodeada de estrelas e mandando cunhar uma medalha, prometendo a todos que a trouxerem com devoção e amor muitas graças. Guardemos fervorosamente a Santa Medalha e, como escudo, ela nos protegerá nos perigos.
7º Dia da Novena
Ó Virgem Milagrosa, Rainha Excelsa, Imaculada Senhora, sede minha advogada, meu refúgio e asilo nesta terra, minha fortaleza e defesa na vida e na morte, meu consolo e minha glória no Céu.
8º Dia da Novena
Ó Virgem Imaculada da Medalha Milagrosa, fazei que esses raios luminosos, que irradiam de vossas mãos virginais, iluminem minha inteligência para melhor conhecer o bem e abrasem meu coração com vivos sentimentos de fé, esperança e caridade.
9º Dia da Novena
Ó Mãe Imaculada, fazei que a cruz de vossa Medalha brilhe sempre diante de meus olhos, suavize as penas da vida presente e me conduza à vida eterna.

Súplica a Nossa Senhora
Ó Imaculada Virgem! Mãe de Deus e nossa Mãe, ao contemplarmos de braços abertos derramando graças sobre os que vo-las pedem, cheios de confiança na Vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada, pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade, por causa de nossas numerosas culpas, acercamo-nos de vossos pés, para vos expor durante esta Novena, as nossas mais prementes necessidades... (pede-se a graça).

Escutai, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiante vos solicitamos para maior glória de Deus, engrandecimento de vosso Nome e bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre, verdadeiros cristãos. Amém.
0000
Santíssima Virgem! Eu creio e confesso, vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha. Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso amado filho, a humildade, a caridade, a obediência, a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e espírito, a perseverança na prática do bem, uma santa vida e uma boa morte, e a graça... que peço com toda confiança. Amém.

Aqueles que portarem no pesçoco a medalha receberão muitas graças.

Essa promessa foi feita pela Santa Mãe de Deus a Santa Catarina Labouré. É um sinal de proteção trazer conosco a Medalha Milagrosa especialmente, como pediu nossa Mãe Santíssima.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

terça-feira, 10 de março de 2009

A Medalha Milagrosa



Transcrevemos aqui um artigo da revista francesa “O Amigo do Clero” de abril de 1907, onde é relatada a aparição de Nossa Senhora das Graças a Santa Catarina Labouré quando foi revelada a Medalha Milagrosa: Em 27 de novembro de 1830, a Virgem Imaculada aparecia na capela da Casa-Mãe das Filhas da Caridade, em Paris. Eram por volta de cinco horas e meia da tarde. Em profundo silêncio, a Irmã Catarina Labouré fazia sua meditação. De repente, ela ouviu um ruído como o frufru de um vestido de seda, vindo do lado da Epístola. Levantou os olhos e deparou com a Santíssima Virgem Maria, resplandecente de luz, trajando um vestido branco e um manto branco-aurora. Os pés da Mãe de Deus pousavam sobre a metade de um globo; suas mãos seguravam outro globo, que Ela oferecia a Nosso Senhor com uma inefável expressão de súplica e de amor. Mas eis que esse quadro vivo se modifica sensivelmente, figurando o que foi depois representado na Medalha Milagrosa. As mãos de Maria, carregadas de graças simbolizadas por anéis radiosos, emitem feixes de raios luminosos sobre a terra, mas com maior abundância num ponto. Ouçamos a narração de Santa Catarina Labouré: “Enquanto eu a contemplava, a Virgem Santa baixou seus olhos para mim, e uma voz me disse no fundo do coração: ‘Este globo que vês representa o mundo inteiro, especialmente a França e cada pessoa em particular’. “Não sei exprimir o que pude perceber da beleza e do brilho dos raios. “E a Virgem Santa acrescentou: ‘Eis o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que me pedem’, dando-me a entender quanto Ela é generosa para quem a invoca... quantas graças Ela concede às pessoas que Lhe pedem... Nesse momento, eu estava ou não estava... não sei... eu saboreava aqueles momentos! “Formou-se em torno da Santíssima Virgem um quadro meio ovalado, no qual se liam estas palavras, escritas em letras de ouro: ‘Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorrermos a Vós’. “Depois se fez ouvir uma voz que me disse: ‘Faze cunhar uma medalha conforme este modelo; as pessoas que a portarem com piedade receberão grandes graças, sobretudo se a levarem no pescoço; as graças serão abundantes para aqueles que tiverem confiança’.” A Medalha foi cunhada e espalhou-se com maravilhosa rapidez pelo mundo inteiro, e em toda parte foi instrumento de misericórdia, arma terrível contra o demônio, remédio para muitos males, meio simples e prodigioso de conversão e de santificação.

sábado, 7 de março de 2009

Uma chuva de rosas



E m sua curta existência, Santa Teresinha do
Menino Jesus atingiu elevado grau de santidade.
Ao oferecer suas orações e sacrifícios
pela conversão dos pecadores e dos
pagãos, foi missionária sem sair do convento e tornou-se
Padroeira das Missões. Abriu uma nova via espiritual e
foi proclamada Doutora da Igreja.
Gostaríamos de destacar no artigo de hoje um aspecto
de sua alma: a afeição que ela tinha pelas fl ores e
em especial, pelas rosas.
Quando a procissão do Santíssimo
Sacramento passava diante dela, a
pequena Teresa tinha uma alegria especial
em atirar pétalas de rosas em
direção ao ostensório, como sinal
de seu amor a Jesus Sacramentado.
Em seu livro de memórias
“História de uma alma”, a santa
escreveu:
“Gostava principalmente
das procissões do Santíssimo
Sacramento. Que alegria espargir
fl ores aos pés do Bom Deus!
... Antes, porém, de deixá-las cair,
atirava-as o mais alto que podia, e
nunca me dava por tão feliz como na
ocasião em que via minhas rosas desfolhadas
tocarem no sagrado Ostensório...”
Em outra ocasião a santa escreveu uma
carta a sua prima Maria Guérin, quando tinha apenas
14 anos, onde podemos ler: “Amo tanto uma bela rosa
branca quanto uma rosa vermelha”.
Mais tarde, já no Carmelo de Lisieux, Teresa gostava
de enfeitar o seu crucifi xo com as pétalas de rosas que
ela cuidadosamente retirava das fl ores. As rosas da santa
eram todas oferecidas para seu amado, Jesus Cristo.
Santa Teresinha inaugurou uma forma de atingir
a santidade que ela chamou de “pequena via”. Na
“História de uma alma”, a santa usa a metáfora das
fl ores para mais facilmente explicar a sua “pequena via”
para alcançar a santidade:
“Jesus quis instruir-me a respeito deste mistério.
Pôs diante dos meus olhos o livro da natureza e compreendi
que todas as fl ores por ele criadas são belas, e
que o esplendor da rosa e a brancura do lírio não tiram
o perfume da humilde violeta nem a simplicidade encantadora
da margarida... Compreendi que, se todas as
fl ores quisessem ser rosas, a natureza perderia
sua pompa primaveril e os campos já não
seriam salpicados de fl orzinhas...”
“O mesmo ocorre no mundo
das almas, o jardim de Jesus. Ele
quis criar grandes santos, que podem
ser comparados aos lírios
e às rosas; mas criou também
outros menores, e estes devem
se conformar em ser margaridas
ou violetas destinadas
a alegrar os olhos de Deus
quando contempla seus pés. A
perfeição consiste em fazer sua
vontade, em ser aquilo que Ele
quer que sejamos...”
Santa Teresinha amou tanto
as rosas durante a sua vida e as identifi
cava como um sinal de amor a Jesus
que, ao se aproximar da morte, prometeu que
“passaria o seu céu fazendo bem à terra” e que, “depois
de minha morte mandarei uma chuva de rosas para
a terra”.
Por essa razão, a Novena das Rosas é a oração a
Santa Teresinha mais conhecida em todo o mundo, tendo
sido traduzida para todas as línguas. O fi el pede uma
rosa, como sinal de que sua súplica foi atendida. A santa
poderá ou não presenteá-lo com a fl or, de acordo com o
que for melhor para o bem espiritual de cada um.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Programa de Apoio Catequético

A História Sagrada e os exemplos de vida dos santos sempre foram de enorme importância para a formação religiosa das crianças. Elas contêm uma lição de moral e de virtude e, dessa forma, a criança aprende melhor o catecismo. Qual criança nunca se encantou ao ouvir as histórias da Bíblia durante as aulas de catecismo? A Arca de Noé, que salvou todos os bichinhos do dilúvio que inundou a terra...
A luta do pequeno David contra o gigante Golias; Sansão que tinha uma força capaz de matar um leão; Daniel com suas profecias maravilhosas; Jonas engolido pela baleia; José, filho de Israel, que foi vendido como escravo e se tornou poderoso junto ao Faraó no Egito... E se formos contar a vida dos santos da Igreja Católica? Santa Teresinha e o seu amor pelas rosas; São João Bosco o educador da juventude; Santa Edwiges, a padroeira dos endividados...

Por essa razão a nossa Associação Religiosa está organizando uma coleção de livros contando essas histórias de forma bonita e atraente com o objetivo de ajudar o trabalho dos catequistas.
O primeiro exemplar da coleção conta a história de Moisés, o grande profeta e libertador do povo hebreu, para despertar nas crianças o gosto pelo catecismo. Para que o plano de divulgação dessas obras obtenha total êxito, eu, Pe. Hamilton Naville, estou enviando uma dupla de divulgadores que irão percorrer as paróquias para apresentar o nosso programa de apoio catequético. Eles estão preparados para explicar o alcance da campanha, fornecer os livros com as histórias dos heróis bíblicos, ou da vida dos santos, tirar dúvidas e dar detalhes de tudo.
Este trabalho está voltado, sobretudo, à formação religiosa de crianças carentes, no entanto sua dimensão também beneficiará o público adulto. Desde já contamos com o apoio dos movimentos ligados à pastoral da catequese e, sobretudo, dos meus irmão de ministério, os párocos. Certamente as crianças e os catequistas de todo o Brasil ficarão eternamente gratos.

Pe. Hamilton José Naville

As paróquias que desejarem receber a visita dos nossos divulgadores e conhecer nosso projeto de evangelização podem entrar em contato pelo telefone (11) 3294-6000 ou e-mail arnsg@arnsg.org.br



O trabalho já se iniciou em São Paulo, onde vem obtendo ótima acolhida e boa repercussão. Mas pretendemos ir mais longe: na medida do possível, queremos estendê-lo às demais regiões.

quarta-feira, 4 de março de 2009

A Medalha Milagrosa e Afonso Ratisbonne

Afonso Ratisbonne, aparentado à celebre família Rothschild, tinha 27 anos quando a Santíssima Virgem lhe apareceu e o converteu instantaneamente, em 20 de janeiro de 1842. Homem culto, rico e de fino trato, bem-relacionado nas altas rodas sociais, estava noivo de uma jovem de sua família. Tinha pela frente um futuro muito promissor. Por ocasião de uma visita a Roma recebeu de um amigo, Barão Teodoro de Bussières, o presente de uma Medalha Milagrosa. A contra gosto prometeu usar a medalha ao pescoço.
Durante uma visita turística à Igreja de Santo André delle Fratte, a Virgem Maria lhe apareceu. Ele mesmo descreveu como foi a aparição: “Eu a vi! Eu a vi! Eu estava havia pouco tempo na igreja quando, de repente, senti-me dominado por uma emoção inexplicável. Levantei os olhos. Todo o edifício desaparecera de minha vista. Apenas uma capela lateral tinha, por assim dizer, concentrado toda a luz. E no meio desse esplendor apareceu de pé sobre o altar, grandiosa, brilhante, cheia de majestade e doçura, a Virgem Maria, tal como está nesta Medalha (Milagrosa).
Uma força irresistível empurrou-me para Ela. A Virgem fez-me sinal com a mão para que me ajoelhasse, e pareceu dizer- me: ‘Está bem!’ Ela não me falou, mas compreendi tudo.” Batizado com o nome de Afonso Maria, o jovem Afonso renunciou à família, à fortuna, à situação brilhante na sociedade, e ordenou-se sacerdote.
Seu irmão mais velho, Teodoro Ratisbonne, inspirou-se nessa aparição de Maria para fundar a Congregação de Nossa Senhora de Sion. Afonso faleceu em odor de santidade, após uma vida de intenso apostolado em Jerusalém.
Quem hoje visita a Igreja de Santo André delle Fratte em Roma, pode observar um grande e belo quadro de Nossa Senhora no local exato onde Ela apareceu e operou a conversão do jovem Afonso. Por essa razão os italianos a chamam de Madonna Del Miracolo.

Missa de Frei Galvão



O Padre Hamilton Naville e a Associação Religiosa Nossa Senhora das Graças tem a satisfação de convidar a você bem como aos participantes de nossas Campanhas para uma Santa Missa que será celebrada todo dia 25 de cada mês, às 10h da manhã, no Mosteiro da Luz, em SP.

Esta Santa Eucaristia será celebrada para pedir graças e nas intenções de todos os participantes de nossas Campanhas.

Não deixe de comparecer, sua presença é muito importante!

Fundado e construído por Santo Antonio de Sant'Anna Galvão em 1774, o Mosteiro da Luz pertence à Ordem das Irmãs Concepcionistas, que vivem em regime de clausura. Hoje seu prédio é considerado o mais importante monumento arquitetônico do século XVIII. Junto ao convento, também se encontra o Museu de Arte Sacra de São Paulo. É na igreja deste mosteiro que estão depositados os restos mortais de Frei Galvão.

Endereço: Av. Tirandentes 676/688, bairro da Luz – São Paulo - SP (Próximo à estação Tiradentes do Metrô).